No passado, as experiências ruins que eu tive hoje eu consigo olhar para trás, ver o que errei, ver o que erraram comigo, e hoje eu consigo pensar no quanto pude aprender com o que passou. Sou uma pessoa melhor, e o que eu vivi de ruim também me fortaleceu para não deixar pessoas com características similares voltarem a minha vivência. Se amadureci, o novo pode não assustar mais tanto.
Sou hoje uma pessoa bem madura emocionalmente. Sei dizer o que eu sinto, sei dizer do que gosto e não gosto, sei dizer o que pode e o que não irá me fazer bem. Sei que posso fazer uma pessoa feliz, e eu também busco isso para mim. Se eu me conheço mais, o novo pode não assustar mais tanto.
Definitivamente, eu sou uma pessoa empolgada. Não do jeito ruim não. Quando eu conheço uma pessoa maravilhosa, que me dou bem, para que me segurar de mostrar o meu melhor? Já vi pessoas empolgadas por mim que depois o sentimento passou. Já fui enganado por visões que a pessoa me fez ter dela, quando na verdade eu olhei o que ela queria que eu visse. Se eu estou enxergando a pessoa realmente, o novo pode não assustar mais tanto.
E ela tem me feito não ter medo do novo. O novo é bom, excitante, engraçado, cativante, interessante, atraente e belo. Ela é o novo, e ela é um novo magnífico. Um novo que penso que está valendo demais talvez ter dado um passo maior que a perna permite, que cativa minha alegria d'um jeito que vale a pena demais não ter medo de estar pensando nela, pois é gostoso a ter em minha cabeça, que me deixa bobo de lembrar daquele olhar lindo dela que me prende até o gaguejar da fala e que puxa pros lábios dela.
Até onde vai o novo? Bom, não sei, mas vou adorar tentar descobrir, pois vou te contar: que novo mais gostosinho.
27/07/2019